Existe um prazer que não tem preço. Ele te consome o dia e paradoxalmente lhe protela as horas. Estar em si e consigo te dá um prazer que ultrapassa os limites do conhecível para quem está de fora e possível para quem está vivendo. Estar perante o espelho da vida observando-a fluir como as horas do dia e os meses do ano equipara-se ao prazer romântico e juvenil de acompanhar as fases da lua aguardando o romance proposto pela lua cheia!
Estar em si, viver-se... caminhar vivendo e vertendo vida. Inebriar inebriando-se num movimento superegóico e ao mesmo tempo sobrehumano em decorrência do prórpio conflito
mas feliz cm as próprias conquistas.
Parafraseando o poeta: "ser feliz [é tudo o que se quer" apesar de qualquer tipo de fecho ecler.
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